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sábado, 9 de agosto de 2014

O amor paterno de Deus


Lucas 15.11-32

15.11 Continuou: Certo homem tinha dois filhos;

12 o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres.

13 Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.

14 Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.

15 Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos.

16 Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.

17 Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome!

18 Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;

19 já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.

20 E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.

21 E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.

22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; 23 trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, 24 porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.

25 Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. 26 Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.27 E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. 28 Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo.

29 Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;

30 vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado. 31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu. 32 Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.

 

         Hoje comemoramos o dia dos pais, porém apesar de  ser uma data mais comercial do que religiosa ou bíblica, podemos aproveitar ela e falarmos sobre o nosso relacionamento com o Pai celestial.

Ao instituir a família , Deus desenvolveu um ambiente onde aprendemos nos relacionar com Ele. O Pr Coty, ao escrever sobre o principio a família pontuou que o casal na educação dos filhos traz a noção afetividade, companheirismo, sexualidade e equipe. Também pontuou que a mãe gera na educação dos filhos a noção de submissão, e ainda é a mãe que na família cria vínculos entre seus membros, é a mãe que traz a nutrição da família e é a mãe que traz organização dentro do ambiente familiar. Um fator importante também é que com a presença da mãe aprendemos a nos relacionar afetivamente com o Espírito Santo de Deus. O Pr Coty também fala da presença e importância do pai em casa que, entre tantas coisas , é o cabeça da casa e traz direção, limites e proteção, é o pai que afirma a consciência moral e sexual nos filhos e filhas, importante notarmos que o Pai em casa, nos leva a termos um referencial do cuidado e do amor do Pai celestial, por outro lado um relacionamento distante de nosso Pai terreno, muitas vezes, tira nosso foco do Pai celestial. Tantas pessoas tem dificuldade de amar ao Pai celestial, de confiar nele, de respeitar os mandamentos porque não tiveram um bom relacionamento com o pai terrestre, ou simplesmente não o tiveram, e nem sequer na família puderam ter uma pessoa que trouxesse a elas a ideia do que é um Pai.

         Jesus, no texto que lemos recorreu justamente à figura de uma família, onde um Pai amoroso reflete a paternidade de Deus, e os filhos  ( na parábola) refletem pessoas que tem uma grande dificuldade de se relacionar com Deus e de amá-lo como Pai.

O Senhor Jesus, em Lucas 15.1-32 contou três parábolas para enaltecer o amor de Deus. Nelas podemos destacar três aspectos desse sublime amor.

a)O amor que procura – Deus é representado pelo pastor que procura a ovelha perdida, pela mulher que diligentemente procura a dracma perdida e pelo pai que corre para abraçar e beijar o filho que retorna ao lar. O amor de Deus é incansável no propósito de buscar o perdido. Deus nos atrai para si com cordas de amor. Ele não abre mão de direito que tem de nos ter para si. Deus não abdica do direito que tem de nos conquistar com seu amor. Fato digno de nota é que Deus nos busca mesmo quando não o buscamos. Deus nos ama mesmo quando não devotamos a ele nenhum amor. Seu amor é incondicional.

b. O amor que perdoa – O texto que lemos -  A parábola do Filho Pródigo, é o clímax das três parábolas que nos contam a busca de Deus pelo o que se perdeu. Ela retrata a triste trajetória do filho, que insatisfeito saiu da casa do pai e foi para um país distante, onde dissipou todos os seus bens, vivendo uma vida depravada. Sua aparente felicidade transformou-se em solidão amarga, em pobreza extrema e em fome . Foi parar no fundo do poço, ou seja, num chiqueiro de porcos. Ali estava só, faminto e maltrapilho. Então, lembrou-se de seu pai e tomou a decisão de voltar;  agora, não mais como filho, mas apenas como um empregado. Para sua surpresa, o pai o avistou de longe, correu, abraçou-o, beijou-o, mandou colocar nele a melhor roupa, o anel no dedo e as sandálias nos pés. O pai lhe perdoou e lhe restaurou, dando-lhe a dignidade de filho. É assim o amor de Deus por nós. Ele nos perdoa e nos restaura. Perdoa completa e incondicionalmente. Deus apaga as nossas transgressões e desfaz os nossos pecados como a névoa. Ele sepulta nossos pecados nas profundezas do mar, nos recebe e nos restaura como filhos amados.

         Quando o filho volta pra casa o Pai o veste como filho, faz uma celebração com comida, bebida, danças, regozijos, e muita felicidade.

 
Que podemos dizer sobre o amor paterno de Deus?

 

1-    O amor paterno de Deus é incondicional ( 11-13)

 

Continuou: Certo homem tinha dois filhos;

12 o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres.

13 Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.

 

 - Apesar, do filho sair de casa, desconsiderando seu pai, o pai permitiu ir, porém não deixou de amá-lo e esperar seu retorno. Isso revela o amor que Deus tem conosco.

-Por que o pai deixou seu filho ir?

®    O pai o deixou ir por amor. O amor não obriga a andarmos com quem nos ama, mas atrai-nos. Porém existia no coração do filho algumas situações que não o deixavam ser atraído pelo amor que o Pai sentia por ele; o Pai o deixou passar pelo processo do quebrantamento.

Situações que precisavam de tratamento:

®   O orgulho: O orgulho daquele filho não permitia ver o Pai como Pai. Ele o via apenas como o proprietário de sua futura herança, e ao pedir a herança para si, considerava que seu pai já estava morto. O direito da herança é dado após a morte do pai, porém o filho mais velho tinha a primazia da bênção pra depois sair, esse jovem, filho mais moço, não se importou com nada e foi embora. Para ele, seu pai não era pai.

®   Independência: Esse filho mais moço pensava que não dependia de seu pai e o deixou para viver uma caminhada independente, vivendo depravadamente.

®   Porém ao sair de casa, logo seus recursos se esgotaram a fome chegou a ele, e ele já não era mais ninguém , sua mendicância o levou a querer comer a comida dos porcos. Sua situação era deplorável, pois judeus consideram os porcos animais imundos, quanto mais imunda era a comida a qual esses animais comiam.

 

Porém , apesar de toda a rebeldia desse filho, seu Pai não deixou de o amar.

 

Essa parábola nos mostra que, para reconhecermos a necessidade que temos do amor de Deus, tantas vezes precisamos deixar nosso orgulho e soberba e nos colocarmos em uma posição de humilhação, onde nada mais nos importa senão o socorro e o amor do pai. Há tanta gente que se afasta de Deus, pois não reconhece sua paternidade , não está percebendo o cuidado de Deus, e acha que pode se virar  bem sem Deus. Para essas pessoas o que importa é a vida de depravação, viver aquilo que elas acham que é bom , sem se importarem com o amor do Senhor. Porém de repente essas pessoas se veem em situações difíceis que só lhes resta reconhecer que a vida sem Deus nada vale, e pode ser até boa por um momento, mas se acaba em tristezas , humilhação, separação familiar, fome espiritual, miséria de caráter.

Tudo isso esse jovem estava vivendo, estava separado da casa de seus pais, estava humilhado, estava triste, estava só, estava miserável.

 

Espero que não precisemos chegar a esse estado pra que reconheçamos que precisamos voltar-nos ao pai e reconhecer que seu amor é incondicional ou seja, seu amor não muda por mais que nós não tenhamos reconhecido esse amor sobre nós ainda.

 

_ não importa quem você é, ou se você virou as costas para Deus, o amor que ele tem por você não mudou.

 

2) O amor paterno de Deus nos sacia.

16 Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.

17 Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome!

 

         A fome o levou a voltar-se ao Pai.

         O amor paterno de Deus sacia a nossa fome, nos satisfaz.

        

Voltamos ao pai a medida que temos fome.

         Nossas necessidades tem o propósito de nos levar a Deus, o Pai que satisfaz.

         Esse filho estava longe da casa do Pai, sua preocupação sempre foi com os seus prazeres e suas vontades sendo satisfeitas, porém ao afastar-se da casa do Pai, perdeu seus bens, ao ponto de chegar a sentir fome.

         Talvez se esse filho não achegasse a fome, não voltaria naquele momento, talvez se ainda tivesse algum recurso não se dobraria ao fato de que precisava do Pai, mas na fome, sem nada , ele viu que sua única esperança é Deus.

         Algumas vezes somos levados a algum tipo de fome para que reconheçamos que o amor paterno de Deus é que nos pode satisfazer. Há muitos que ainda estão fortes, há muitos que ainda possuem recursos, há muitos que ainda tem alguma força pra ressuscitar o orgulho e dizer: “ não preciso do Pai”.

 

         Diante das humilhações da vida, e da necessidade do socorro (fome), passamos a ter dentro de nós uma fome por sermos socorridos, uma fome por voltarmos ao Pai.

         As tribulações da vida, tem esse objetivo, de nos levar a ter novamente uma fome, um fome por Deus, por sua presença e por sua casa.

         Ao reconhecermos nossa fome, reconhecemos também que só existe um lugar que nos satisfará, a presença de Deus. Só existe um que pode nos satisfazer e nos saciar, que é Deus.

         Há uma fome por amor.

         Há um clamor por socorro.

         Há uma necessidade que precisa ser satisfeita, e essa é a da presença. Cuidado, sustento e bênçãos do Pai celestial.

                   Vivemos pensando em nossa vida, trabalho, afazeres, contas a pagar, coisas pra inventar, férias, descanso, prazer; mas de repente Deus desperta em nós uma fome, e essa fome nos leva a desejar voltar para o pai.

 - em que você quer saciar sua fome? Alfarrobas ( frutas que os porcos comiam)

- Em quem você tem satisfação?

-Qual é o desejo que tem que estar dentro de nós ? Tenho fome, voltarei ao meu Pai. “ Levantar-me-ei e irei ter com o meu Pai”.

        

3) O amor paterno de Deus nos abraça com perdão

         18 Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;

19 já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.

20 E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.

21 E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.

22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés.

         Quando esse filho saiu de casa o seu Pai não fechou as portas de sua casa para ele, pelo contrário, ele tinha uma sandália guardada, que mandara fazer para o filho que estava longe. Ele tinha um novilho que estava sendo cevado para a festa do retorno, ele tinha um anel guardado. Ele os esperava diariamente na porta de sua casa, ele tinha esperança de voltar.

         Da mesma forma Deus, por mais que tenhamos virado nossas costa contra ele, ele no aguarda, ele preparou para nós uma lar celestial, ele tem bênçãos que estão esperando o nosso retorno. Quem sabe, nossos corações tenham se voltado contra Deus e tenhamos tomado a decisão de virar as costas para ele, mas essa parábola não foi escrita a toa, e mostra que o pai sempre está esperando, preparado para o nosso retorno. O seu perdão sempre está oferecido gratuitamente a nós.

4) O amor paterno de Deus posiciona-nos como filhos. (22-32)

 

22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; 23 trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, 24 porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.

25 Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. 26 Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.27 E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. 28 Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo.

29 Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;

30 vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado. 31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu. 32 Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.

 

         O filho mais moço saiu da casa do pai, por que não considerava seu pai. Mas o filho mais velho ficou na casa do Pai sem usufruir de tudo o que o pai lhe oferecera. O pai preparou um banquete para o filho mais novo, e o mais velho não aceitou, que aquele que  saíra de casa estava sendo aclamado e festejado como filho, porém ele não.

         27 E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. 28 Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo.

29 Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;

30 vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado. 31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu.

 

         O que voltou (pródigo) sentia que deveria ser tratado como escravo e não como filho, mas o Pai o recebeu como filho. Agora, o filho que ficou,  vivia perto do Pai, mas sentia-se escravo e não filho: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;  Porém o pai queria que ele também vivesse como filho e não como escravo, quando diz: 31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu.

         Deus nos coloca em posição de filhos.

         - filho tem o tudo do Pai, vivemos porém mendigando suas bênçãos.

         - filho tem o amor do Pai

         -filho tem a herança do Pai

         - Filho tem o descanso da casa do pai, vivemos como escravos.

         -Filho tem direitos (oferecidos pela graça de Deus), porém. não consideramos que em Cristo o Pai nos tem abençoado com toda a sorte de bênçãos espiritual.

Ef 1.3-5ª: “3 Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, .4 assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor  5 nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo

         Talvez o filho mais velho pensasse : “ Quando meu pai me dará um novilho”, mas diante dos fatos o pai responde :” 31 Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu.

         Deus está dizendo eu já te dei, apenas assuma a sua posição de filho e receba a nova vida que eu já te dei. Sinta-se filho amado.

Tanto o que saiu de casa , quanto o que ficou em casa precisavam saber que tinham um Pai.

 

         Quem sabe você está longe de Deus por não entender que você tem um Pai, quem sabe você não vive um relacionamento mais profundo  porque não reconhece que Deus é teu Pai.

 

         Mateus7.11 Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?

Lucas11.13 Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?

         Passe a orar tendo Deus como um Pai amoroso e gracioso. Muitas coisas já nos estão dadas, basta pedirmos. Viva uma vida de filho de Deus.

 

Conclusão

3. O amor que celebra – Nas três parábolas: da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho perdido encontramos o mesmo desfecho, a celebração festiva pelo encontro do que estava perdido. O pastor chamou seus vizinhos e amigos para festejar com ele (Lc 15.6). A mulher igualmente chamou suas vizinhas e amigas para celebrar com ela (Lc 15.9) e o pai mandou preparar um banquete, dizendo: "… comamos e regozijemos-nos, porque este meu filho estava morto, e reviveu; estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se” (Lc 15.23,24).

O amor paterno de Deus

Que podemos dizer sobre o amor paterno de Deus

 

1-    O amor paterno de Deus é incondicional ( 11-13)

2-    O amor paterno de Deus nos sacia.


3-    3) O amor paterno de Deus nos abraça com perdão

4-    O amor paterno de Deus posiciona-nos como filhos.

 

 
Há mais alegria por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove que pensam que não precisam de arrependimento (Lc 15.7). Há júbilo diante dos anjos de Deus por um só pecador que se arrepende (Lc 15.10). Há festa na casa do pai, quando o pródigo volta ao lar (Lc 15.23,24). Deus festeja e celebra a nossa volta para ele. Que grande amor! Que imenso amor! Que sublime amor, o amor de Deus!

 

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