Pesquisar este blog

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Prejuízos que a impaciência nos traz

Pv 21.5: Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza. Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria. (NVI) Quem plantou milho nessa época, ou logo depois da colheita da soja terá de esperar a época certa para colhê-lo, não existe nenhum lucro e sentido, acabar repentinamente com uma plantação de milho, ainda sem espigas, para apresar outro o plantio de soja por exemplo. Esse tipo de atitude resultaria apenas em um grande prejuízo. Então para não se ter prejuízos na agricultura tem que que se ter paciência, pois a impaciência pode causar graves prejuízos. Assim , é também em todas as áreas da vida, a falta de paciência resultará em prejuízos e perdas irrecuperáveis. A paciên­cia não é a habilidade de esperar, é a habi­lidade de manter uma boa atitude enquan­to se esperar. Temos essa virtude?”. Impaciência é o mesmo que intolerância, precipitação, pressa, falta de capacidade para esperar. Que prejuízos um discípulo de Cristo pode ter por ser impaciente? O versículo revelado ao Senhor através do sábio rei Salomão nos ensina que aquele que planeja, age com calma e com paciência tem prosperidade em seus projetos. Mas o impaciente, aquele que quer resultados breves e não tem paciência para esperar acaba na miséria. Sofre grandes prejuízos. Se você deseja colher o que está plantando em oração, tem que ter paciência, tem que aprender a esperar a época certa. Vejamos quais são esses prejuízos: 1º )O prejuízo de retardar a cura para sua alma. Salmo 40.1:” Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro. “(RA) “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.”(RC) O termo “impaciente” descreve uma pessoa que se recusa a ser tratada. Paciente é a pessoa que se coloca sob tratamento. Quando alguém se deixa tomar pela impaciência está, no mínimo, retardando a cura para sua alma. Você precisa libertar-se de toda impaciência para que Deus opere a cura para a sua alma. O Salmo 40.1 é nos diz: Esperei com paciência pelo Senhor, e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor. Quem não se coloca com paciência diante do Senhor deixa de receber os benefícios do Seu socorro. Decida se colocar como “um paciente” sob os cuidados do Senhor e Ele se inclinará para você também. Deus é o médico e você é o paciente. Só Ele sabe o tanto de cura que sua alma necessita. Mantenha-se paciente, sob os cuidados dEle. Lembre-se de que a Igreja é um grande hospital, onde as pessoas chegam enfermas e são tratadas quando desenvolvem a capacidade de se colocarem como pacientes. Dizem que a igreja não é um hotel para os santos, mas sim um hospital para pecadores. Deus está tratando você , enquanto você espera com paciência, ou seja, enquanto é paciente. 2º ) O prejuízo de retardar a conquista de uma promessa. ( Gen. 16. 1-5) 1 Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos; tendo, porém, uma serva egípcia, por nome Agar, 2 disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarai. 3 Então, Sarai, mulher de Abrão, tomou a Agar, egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão, seu marido, depois de ter ele habitado por dez anos na terra de Canaã. 4 Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada. 5 Disse Sarai a Abrão: Seja sobre ti a afronta que se me faz a mim. Eu te dei a minha serva para a possuíres; ela, porém, vendo que concebeu, desprezou-me. Julgue o SENHOR entre mim e ti. Quando você é impaciente corre o risco de precipitar-se como Abrão e Sarai o fizeram. O Senhor prometera lhe dar um filho e através dele uma descendência muito grande. Tais promessas foram feitas em Gênesis 12, quando Abrão tinha 75 anos de idade. Em Gênesis 16, quando Abrão já tinha 85 anos, decidiu gerar um filho através da serva de sua esposa, a egípcia Hagar. Assim nasceu Ismael, o filho da impaciência de Abrão e Sarai, trazendo confusão e afrontas dentro desse lar. Aconteceu que o filho da Promessa de Deus era Isaque. Depois do nascimento de Ismael se passaram mais 14 anos até que nascesse o filho gerado através de Sara. Nesta ocasião, Abraão e Sara já haviam sido tratados. Aprenderam a se colocar pacientemente sob os cuidados de Deus. A impaciência sempre coloca em risco as nossas conquistas e vitórias. Ela nos leva a fugir do tratamento de Deus, o que resulta em prejuízos muitas vezes irreparáveis. Outro grande exemplo que a Bíblia nos traz, é o do povo de Israel no deserto, depois da libertação do Egito. A impaciência das pessoas de Israel é vista quando desviaram seus corações de depender de Deus, seja na adoração do bezerro de ouro (Êxodo 32), em reclamar sobre comida e água (Êxodo 15:22- 25; 16:1-17), ou no consumo de codornizes sem o preparo correto (Números 11). Os desejos dos seus corações impacientes trouxe como resultado a doença, morte prematura e decepção ainda maior. Núme­ros 14:22,23 Números14.22 nenhum dos homens que, tendo visto a minha glória e os prodígios que fiz no Egito e no deserto, todavia, me puseram à prova já dez vezes e não obedeceram à minha voz, 23 nenhum deles verá a terra que, com juramento, prometi a seus pais, sim, nenhum daqueles que me desprezaram a verá. Ques­tão Quais são essas pro­va­ções que o povo fez a Deus na forma de mur­mu­ra­ção e quais as rela­ci­o­na­das diretamente com Cristo? 1ª Murmuração:Havia pouco tempo que os hebreus tinham dei­xado as suas casas no Egito. Mas, quando obser­va­ram que tinham o mar pela frente e o exér­cito egíp­cio na reta­guarda teme­ram por suas vidas. Então cla­ma­ram a Deus e a Moi­sés dizendo: Disseram a Moisés: Será, por não haver sepulcros no Egito, que nos tiraste de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos trataste assim, fazendo-nos sair do Egito? 12 Não é isso o que te dissemos no Egito: deixa-nos, para que sirvamos os egípcios? Pois melhor nos fora servir aos egípcios do que morrermos no deserto. (Êx 14:11,12). “Moi­sés, porém, disse ao povo: Não temais; estai qui­e­tos e vede o livra­mento do Senhor, que ele hoje vos fará; por­que aos egíp­cios que hoje vis­tes nunca mais tor­na­reis a ver” (Êx 14:13). Esta foi a pri­meira mur­mu­ra­ção con­tra Deus trazida a Moi­sés, que foi cha­mado e comis­si­o­nado por Ele. 2ª Murmuração: Logo em seguida, que­rendo beber, depa­ra­ram com água salo­bra, impró­pria para beber, e mur­mu­ra­ram nova­mente con­tra o Senhor: (Êx 15:23 – 25). 23 Afinal, chegaram a Mara; todavia, não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se-lhe Mara. 24 E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? 25 Então, Moisés clamou ao SENHOR, e o SENHOR lhe mostrou uma árvore; lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces. Deu-lhes ali estatutos e uma ordenação, e ali os provou, (Foi a segunda mur­mu­ra­ção con­tra Deus e seu servo Moi­sés por­que não tive­ram paci­ên­cia para espe­rar pelo milagre. 3ª Murmuração: Após qua­renta e cinco dias de via­gem, encontram-se no deserto de Sim, e aí mur­mu­ram nova­mente con­tra Deus e seu servo, por fal­tar o ali­mento: (Êx 16:3,4). disseram-lhes os filhos de Israel: Quem nos dera tivéssemos morrido pela mão do SENHOR, na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne e comíamos pão a fartar! Pois nos trouxestes a este deserto, para matardes de fome toda esta multidão. 4 Então, disse o SENHOR a Moisés: Eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu ponha à prova se anda na minha lei ou não. ” Deus concedeu-lhes maná do céu. 4ª Murmuração : Par­tindo dali dirigiram-se para Refi­dim e acam­pa­ram ali. Porém, não havia água para beber, e nova­mente mur­mu­ra­ram con­tra Deus e seu servo. (Êx 17:2,3). Contendeu, pois, o povo com Moisés e disse: Dá-nos água para beber. Respondeu-lhes Moisés: Por que contendeis comigo? Por que tentais ao SENHOR? 3 Tendo aí o povo sede de água, murmurou contra Moisés e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós, a nossos filhos e aos nossos rebanhos? Mais uma vez, Moi­sés só tem uma saída: cla­mar ao Senhor: (Êx 17:4 – 6). Então, clamou Moisés ao SENHOR: Que farei a este povo? Só lhe resta apedrejar-me. 5 Respondeu o SENHOR a Moisés: Passa adiante do povo e toma contigo alguns dos anciãos de Israel, leva contigo em mão o bordão com que feriste o rio e vai. 6 Eis que estarei ali diante de ti sobre a rocha em Horebe; ferirás a rocha, e dela sairá água, e o povo beberá. Moisés assim o fez na presença dos anciãos de Israel. 5ª Murmuração : Tendo Moi­sés subido ao monte para falar com Deus, e pas­sa­dos qua­renta dias, o povo vol­tou a mur­mu­rar, pela quinta vez, agora devido à demora de Moi­sés, e: (Êx 32:1). Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido. Havendo con­ce­dido o ouro tra­zido do Egipto, fize­ram com ele um bezerro e come­ça­ram a fes­te­jar. Então disse o Senhor a Moi­sés: Vai, desce por­que o teu povo, que fizeste subir da terra do Egipto, se cor­rom­peu; depressa se des­viou do cami­nho que eu lhe orde­nei; eles fize­ram para si um bezerro de fun­di­ção e adoraram-no, e ofereceram-lhe sacri­fí­cios, e dis­se­ram: Eis aqui, ó Israel, o teu deus, que te tirou da terra do Egipto.” (Êx 32:7,8). 6ª Murmuração : Queixou-se o povo de sua sorte aos ouvidos do SENHOR; ouvindo-o o SENHOR, acendeu-se-lhe a ira, e fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu extremidades do arraial. 2 Então, o povo clamou a Moisés, e, orando este ao SENHOR, o fogo se apagou. Mais tarde, “ (Nm 11:1,2). “Ora, o vulgo que estava no meio deles veio a ter grande desejo, pelo que os filhos de Israel tam­bém tor­na­ram a cho­rar e dis­se­ram: Quem nos dará carne a comer? Lembramo-nos dos pei­xes que no Egipto comía­mos de graça, e dos pepi­nos, dos melões, dos alhos por­ros, das cebo­las e dos alhos. Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nos­sos olhos.” (Nm 11:4 – 6).Moi­sés alega perante Deus que o seu fardo é dema­si­ado pesado e rece­beu esta men­sa­gem para o povo des­con­tente: “o Senhor vos dará carne e come­reis. Não come­reis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias; mas um mês inteiro, até vos sair pelas nari­nas, até que se vos torne coisa nojenta; por­quanto rejei­tas­tes ao Senhor, que está no meio de vós, e cho­ras­tes diante dele, dizendo: Por que saí­mos do Egipto? (Nm 11:19,20). E a res­posta não demo­rou: “Soprou, então, um vento da parte do Senhor e, do lado do mar, trouxe codor­ni­zes que dei­xou cair junto ao arraial quase cami­nho de um dia de um e de outro lado, à roda do arraial, a cerca de dois côva­dos da terra. Então o povo, levantando-se, colheu as codor­ni­zes por todo aquele dia e toda aquela noite, e por todo o dia seguinte; o que colheu menos, colheu dez ome­res. E as esten­de­ram para si ao redor do arraial.” (Nm 11:31,32). Esta foi a sexta vez que a impa­ci­ên­cia do povo pro­vo­cou a ira de Deus. 7ª Murmuração : Na sétima mur­mu­ra­ção, Arão e Miriam con­tes­ta­ram a auto­ri­dade de Moi­sés e dis­se­ram: “Por­ven­tura falou o Senhor somente por Moi­sés? Não falou tam­bém por nós? E o Senhor o ouviu.” (Nm 12:2). E Deus chama os dois e diz-lhes: “Por que, pois, não temes­tes falar con­tra o meu servo, con­tra Moi­sés?” (Nm 12:8). Visto que Deus o tinha comis­si­o­nado para o ser­vir, toda a afronta era diri­gida con­tra Si mesmo. “Assim se acen­deu a ira do Senhor con­tra eles e ele se reti­rou; tam­bém a nuvem se reti­rou de sobre a tenda; e eis que Miriã se tor­nara leprosa, branca como a neve; e olhou Arão para Miriã e eis que estava leprosa.” (Nm 12:9,10). Aquilo que Deus faz nin­guém pode con­tes­tar, por­que Ele é sobe­rano jamais alguém deverá fazê-lo. Então os dois irmãos roga­ram ao Senhor pela cura da sua irmã, mas Deus orde­nou que esti­vesse fora do arraial durante sete dias até à puri­fi­ca­ção total. 8ª Murmuração : Quando Moi­sés orde­nou que espi­as­sem a terra pro­me­tida e os espias regres­sa­ram com a notí­cia, dez deles ate­mo­ri­za­ram o povo com o relato da exis­tên­cia de gigan­tes peri­go­sos naquela terra, pelo que o povo mur­mu­rou nova­mente. “E todos os filhos de Israel mur­mu­ra­ram con­tra Moi­sés e Arão; e toda a con­gre­ga­ção lhes disse: Antes tivés­se­mos mor­rido na terra do Egipto, ou tivés­se­mos mor­rido neste deserto.” (Nm 14:2). “E diziam uns aos outros: Cons­ti­tu­a­mos um por chefe o vol­te­mos para o Egipto.” (Nm 14:4). Esta foi a oitava mur­mu­ra­ção pela qual pro­vo­ca­ram Deus. Final­mente, alguém tinha uma boa notí­cia para entre­gar. Josué e Calebe eram mais con­fi­an­tes a ani­ma­ram o povo com as seguin­tes pala­vras: “A terra, pela qual pas­sá­mos para a espiar, é terra mui­tís­simo boa. Se o Senhor se agra­dar de nós, então nos intro­du­zirá nesta terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão somente não sejais rebel­des con­tra o Senhor e não temais o povo desta terra, por­quanto eles são o nosso pão. Retirou-se deles a sua defesa e o Senhor está conosco; não os temais.” (Nm 14:7 – 9). Porém, ape­sar da boa notí­cia, o povo per­ma­ne­ceu rebelde, pelo que “Disse então o Senhor a Moi­sés: Até quando me des­pre­zará este povo e até quando não crerá em mim, ape­sar de todos os sinais que tenho feito no meio dele?” (Nm 14:11). 9ª Murmuração : A nona vez ficou mar­cada pela con­tes­ta­ção à lide­rança de Moi­sés e Arão por três homens ambi­ci­o­sos que ajun­ta­ram outros “e ajuntando-se con­tra Moi­sés e con­tra Arão, disseram-lhes: Demais é o que vos arro­gais a vós, visto que toda a con­gre­ga­ção e santa, todos eles são san­tos, e o Senhor está no meio deles; por que, pois, vos ele­vais sobre a assem­bleia do Senhor?” (Nm 16:3). Desta forma pro­vo­ca­ram grande des­con­ten­ta­mento entre o povo e irri­ta­ram nova­mente o Senhor que os liber­tara da escra­va­tura egíp­cia. Seria ótimo ler o refe­rido tre­cho a fim de recor­dar a tota­li­dade do suce­dido. Moi­sés teve nova­mente que inter­vir perante Deus e o povo “e acon­te­ceu que, aca­bando ele de falar todas estas pala­vras, a terra que estava debaixo deles se fen­deu; e a terra abriu a boca e os tra­gou com as suas famí­lias, como tam­bém a todos os homens que per­ten­ciam a Corá, e a toda a sua fazenda.” (Nm 16:31,32). Qual­quer mur­mu­ra­ção, rebe­lião, ou con­tes­ta­ção dos desíg­nios de Deus rece­be­rão a justa retribuição. A décima mur­mu­ra­ção foi par­ti­ci­pada pela tota­li­dade dos hebreus, des­con­ten­tes pelo mor­ti­cí­nio havido por causa da rebe­lião no dia ante­rior. “Mas no dia seguinte toda a con­gre­ga­ção dos filhos de Israel mur­mu­rou con­tra Moi­sés e Arão, dizendo: Vós matas­tes o povo do Senhor.” (Nm 16:41). Deus não pode ficar indi­fe­rente a rebe­liões, muito menos enquanto pere­gri­na­vam no deserto rumo à terra pro­me­tida sob lide­rança de Moi­sés, a quem ele comis­si­o­nara para o efeito. “Ora, os que mor­re­ram da praga foram catorze mil e sete­cen­tos, além dos que mor­re­ram no caso de Corá.” (Nm 16:49). A conseqüência dessas dez murmurações foi que eles, literalmente, ficaram andando em círculos, de forma que, pela narrativa de Números, capítulo 14, todos que saíram do Egito e que tinham mais de vinte anos de idade, foram morrendo no deserto, por causa da desobediência e da murmuração, inclusive Moisés, de sorte que, dos que saíram, somente Josué e Calebe foram poupados para entrar na terra prometida, uma geração inteira perdeu a promessa a deixando apenas para seus descendentes.( Filhos e netos). Com os dois (Josué e Calebe) , entraria na terra prometida uma nova geração. “Assim vos hei de fazer: neste deserto cairão os vossos cadáveres. Nenhum de vós que fostes contados segundo a vossa conta de vinte anos para cima, que contra mim murmurastes, certamente nenhum de vós entrará na terra a respeito da qual jurei que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.” – essa era a determinação do SENHOR, segundo registro de Números 14:29-30. A impaciência e murmuração daquela geração de Israel a levou a perder o privilégio de receber as bênçãos e promessas do Senhor para eles. E esse é o 2º prejuízo da impaciência: O prejuízo de retardar a conquista de uma Promessa. 3º) O prejuízo de perder uma colheita. Pv 21.5: Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza. Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria. A impaciência leva a pessoa a rejeitar um plano excelente. O impaciente tenta saltar etapas, burlar regras. Sobre isto o texto de Pv 21.5, lido hoje nos alerta. Ao rejeitar os planos de Deus qualquer pessoa afugentará de si as bênçãos, os frutos. Existe um princípio natural que não pode ser burlado: o que planta precisa ser paciente para colher. II Tm 2.6 O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos., o apóstolo Paulo lembra do árduo trabalho do lavrador. Pense nas etapas que precisam ser cumpridas pacientemente pelo agricultor até que possa desfrutar do resultado do seu trabalho. Ainda que ele tenha trabalhado muito, se não tiver paciência até a colheita, tudo se perderá. Nosso trabalho como servos de Deus em muito se assemelha ao do lavrador. Lidamos com frutos fiéis e preciosos que precisam nascer a partir da semeadura da Semente, que é o Evangelho. Após a semeadura há uma série de etapas que pacientemente precisamos empreender para ver os resultados nas vidas dos nossos discípulos. Um discipulador, evangelizador ou intercessor impaciente é como um lavrador que põe sua lavoura a perder por queimar etapas. Quem busca a bênção, mas não espera a hora certa de colher, pelo contrário desiste, põe toda uma colheita de bênçãos e promessas a perder. Conclusão: Quem planta tem, que esperar a época certa para colher, não existe nenhum lucro e sentido, acabar repentinamente com uma plantação. A paciên­cia não é a habilidade de esperar, é a habi­lidade de manter uma boa atitude enquan­to se esperar. Temos essa virtude?”. Impaciência é o mesmo que intolerância, precipitação, pressa, falta de capacidade para esperar. Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria. (NVI) Esse versículo lido no inicio da mensagem, nos ensina que aquele que planeja, age com calma e com paciência tem prosperidade em seus projetos. Mas o impaciente, aquele que quer resultados breves e não tem paciência para esperar acaba na miséria. Sofre grandes prejuízos. Se você deseja colher o que está plantando em oração, tem que ter paciência, tem que aprender a esperar a época certa. Prejuízos que a impaciência nos traz Vimos quais são esses prejuízos: 1º )O prejuízo de retardar a cura para sua alma. Salmo 40.1 “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.”(RC) 2º ) O prejuízo de retardar a conquista de uma Promessa. Como Abraão e Sarai e o povo de Israel no deserto. 3º) O prejuízo de perder uma colheita. Pv 21.5: Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza. Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria.

2 comentários:

  1. Paz do Senhor Pastor Welinton!
    Passei por aqui mais uma vez, e gostei do que li, continue semeando esta PRECIOSA SEMENTE.
    Salmos 126:5,6 - (Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.)
    3 VERDADES DO SEMEADOR TRISTE:
    SUA ATITUDE - ELE SAI
    SUA HUMILDADE - ELE CHORA
    SUA FIDELIDADE - ELE LEVA A SEMENTE

    3 VERDADES DO CEIFEIRO FELIZ
    SEU TEMPO DE COLHEITA - SEM DÚVIDA
    SUA ALEGRIA - ABUNDANTE
    SUA RICA RECOMPENSA

    Que o Senhor Jesus continue abençoando o Sr. e sua família.
    Na Paz de Cristo,
    Pr. Honorato Santos.

    ResponderExcluir
  2. Obrigado, pastor Honorato, Que o SENHOR Jesus seja glorificado!!
    Abraço!!

    ResponderExcluir