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UMA EDUCAÇÃO SEXUAL SEM VALORES MORAIS CRISTÃOS

O Governo Federal, através dos PCNs propõe que a escola informe e discuta os aspectos relacionados à orientação sexual, buscando, a isenção de valores dos educadores. A idéia é que as crianças decidam por si mesmas seu comportamento. Por exemplo:“Na discussão sobre a virgindade entre um grupo de alunos de oitava série com seu professor abordam-se todos os aspectos e opiniões sobre o tema, seu significado para meninos e meninas, pesquisam-se suas implicações em diferentes culturas, sua conotação em diferentes momentos históricos e os valores atribuídos por distintos grupos sociais contemporâneos. Após essa discussão é uma opção pessoal do aluno tirar (ou não) uma conclusão.”
A educação sexual abrangente tem permitido que educadores sexuais chamados isentos de valores e moralmente neutros, incluindo o Governo Federal atual, ensinem que o aluno reconheça como determinações culturais as características socialmente atribuídas ao masculino e ao feminino, e não como um ato criativo de Deus (cf. Gn 1:27). Fazer isso com o endosso da autoridade do Estado e da escola não é de fato isenção de valores: significa, na verdade, doutrinação. Veja o que o presidente Lula pronunciou primeiro plano da América Latina para conter a disseminação do HIV entre as mulheres: “Temas como o uso de preservativo não são debatidos por puro preconceito ou porque a mãe, o pai ou a igreja não gostam. Vamos fazer o combate à hipocrisia no país. Preservativo tem que ser doado e ensinado como usar. Sexo tem que ser feito e ensinado como fazer, somente assim teremos um país livre da AIDS. [...] Não tem como carimbar na testa de um adolescente quando é momento de começar a fazer sexo”. (O Dia online, 2007).
Será que os valores sexuais ensinados nas escolas são os mesmos valores que Deus propõe em sua palavra?
“O Governo Federal elaborou e distribuiu uma cartilha para estudantes de escolas públicas de 13 a 19 anos. Uma “agendinha” com dicas sobre beijos, sedução, masturbação e saúde. Polêmica, a cartilha inclui até uma lista a ser preenchida com as melhores “ficadas”(relacionamentos breves entre os jovens). Na parte sobre beijos, a cartilha orienta: “beijar muitos desconhecidos numa única noite não é tão bom assim” pelo risco de doenças. Mas compara o beijo ao chocolate por “aguçar todos os sentidos” e “liberar endorfinas”, com a vantagem de ainda “queimar calorias”, ao contrário do doce. O material faz parte do Programa Saúde e Prevenção nas Escolas. A primeira tiragem teve 40 mil exemplares e o governo pretende encomendar 400 mil cópias adicionais. (SUWWAN, 2010)”
A Bíblia tem muito a dizer sobre o sexo. O sexo é importante. Está intimamente entrelaçado com a obra da criação. O sexo, em si mesmo, não é pecaminoso. Pode ser expressão de amor e de beleza na vida, mas tem que ser praticado à luz Bíblia. O assunto é honroso (Hb 13:4), desde que esteja em conformidade com a vontade de Deus, que o deu. Biblicamente, a sexualidade foi estabelecida para a liberdade. Liberdade, porém, não significa autonomia para orientar e assumir relações sexuais fora dos padrões de Deus. Liberdade também não é sinônimo de promiscuidade. O corpo humano foi feito para a liberdade. As pessoas encontrarão liberdade sexual (ou em qualquer outra área) quando cumprirem o propósito da criação.
O sexo é uma dádiva de Deus para ser vivido apenas dentro do casamento, fora do casamento o sexo é destrutivo e doentio. Então, queridos pais que lêem esse artigo: A bíblia é clara em dizer: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” ( Pv 22.6). Muitas vezes temos terceirizado a educação dos nossos filhos. Tenhamos um diálogo aberto com eles mostrando o que a palavra de Deus ensina sobre o querer de Deus para a vida conjugal. O teólogo Agostinho já disse: “Longe de Deus só há destruição e miséria” .
Deus abençoe sua vida. Pr Welinton.

Comentários

  1. Oque se propõe para ser trabalhado nas Escolas é algo profano, pois agride a moral a ética e o cristianismo.
    Diz-se que o cristianismo recomenda a boa conduta, o sexo praticado dentro do casamento, a heterosexualidade, e que a sociedade não faz isso, e que sendo assim a escola deve comentar sobre o assunto de tal forma abordando o tema com assuntos que incentivam as práticas, comentam sobre o assunto propriamente dito relacionado com as formas, tipos, exemplos, seja sexo homo hetero, orgias...
    Mas eu pergunto, porque a sociedade pratica devemos incentivar a prática? onde está a educação religiosa nas escolas?

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