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segunda-feira, 26 de abril de 2010

A resposta de Jesus

A RESPOSTA DE JESUS
Lc 7.18-23
Todas estas coisas foram referidas a João pelos seus discípulos. E João, chamando dois deles, 19 enviou-os ao Senhor para perguntar: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?
20 Quando os homens chegaram junto dele, disseram: João Batista enviou-nos para te perguntar: És tu aquele que estava para vir ou esperaremos outro? 21 Naquela mesma hora, curou Jesus muitos de moléstias, e de flagelos, e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos. 22 Então, Jesus lhes respondeu: Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho.
23 E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.

Algo que todo ser humano deseja é ter todas as suas duvidas saciadas! Nós gostaríamos de ter todas as respostas. Porém, para que tenhamos respostas, devemos ousar perguntar.
No texto que lemos encontramos o profeta João Batista, com questões e duvidas dentro do seu coração. Estava em uma crise de fé.
João Batista, cuja vida apontava para a vinda do Salvador, e, como mensageiro do Messias, tinha a incumbência de preparar o povo de Israel para receber o Ungido, porém agora estava preso num cárcere.
Jo 1.29-30:” 1.29 No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! 30 É este a favor de quem eu disse: após mim vem um varão que tem a primazia, porque já existia antes de mim.
João não apenas cria em Jesus mas estava plenamente convicto de que esse Jesus era o Messias, o Filho de Deus, o Cordeiro de Deus – sem duvidar e sem vacilar!
Porém, quando foi preso no cárcere, por atacar os pecados de Herodias, amante de Herodes, começou a questionar sua fé. Nessa aflição, enviou dois de seus discípulos a Jesus com a pergunta: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?”
Em Lc 7.18-19 lemos: E João, chamando dois deles, 19 enviou-os ao Senhor para perguntar: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?
De repente, o coração de João começou a ser assaltado por dúvidas: esse Jesus era de fato o Messias ou eles deveriam esperar outro? Por que ele começou a duvidar?
Mas, para os questionamentos do coração de João, Jesus enviou-lhe uma resposta que resolveria a questão.
João Batista tinha uma pergunta, mas Jesus tinha a resposta para ele.
Temos questionamentos, duvidas temores, dentro de nós, mas só Jesus tem a resposta.
Qual é o efeito da resposta de Jesus
1) A resposta de Jesus vem ao encontro de nossa falta de esperança.
O que João Batista esperava de Jesus? Ele, os discípulos e todo o povo de Israel esperavam o Messias chegando com poder e glória, libertando Israel do jugo dos romanos e estabelecendo o prometido reino messiânico. Mas essa expectativa não estava se concretizando naqueles dias. Ao invés de experimentar triunfo, alegria e regozijo, João Batista foi preso, jogado no cárcere, subjugado e humilhado. Por isso, em sua aflição e em suas dúvidas cruéis, João enviou dois de seus discípulos a Jesus para perguntar se Ele era o Messias prometido. Seja como for, João dirigiu suas perguntas à pessoa certa. Ele sabia que somente Jesus poderia fornecer uma resposta confiável às dúvidas que assaltavam seu coração, dando nova perspectiva à sua situação nada satisfatória.
João tinha a esperança, de que viesse o salvador e mudasse o sofrimento de Israel. Porém, ele não entendia com o isso poderia acontecer. Na verdade, ele não entendia, a razão porque Jesus não estava agindo politicamente. Mas, através da resposta de Jesus, pode entender que o ministério de Jesus seria curar libertar e salvar. V.22-“ Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho. “
Quando ele ouve a Jesus , entendeu, e se confirmou no seu coração que ele é o Messias, o salvador.
Esta é a resposta de Jesus , que vem ao coração que está sem esperança – entender que ele veio para libertar e dar vida, salvação.
A resposta de Jesus vem ao encontro de nossa falta de esperança

2)A resposta de Jesus é maravilhosa e miraculosa.
21 Naquela mesma hora, curou Jesus muitos de moléstias, e de flagelos, e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos.
Quando os dois discípulos, por ordem de João Batista, perguntaram se Jesus era o Messias prometido ou se deveriam esperar outro, Ele lhes respondeu:

“Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho. E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço” (Mt 11.4-6).
Essa era uma resposta que esclarecia e elucidava o assunto. Mas por que ela foi tão minuciosa e tão bem explicada? Será que Jesus não poderia ter respondido com palavras mais breves e mais simples? Por que Ele não disse simplesmente aos enviados: “Digam a João: sim, eu sou o Messias!” Se Jesus tivesse respondido dessa forma, certamente João teria ficado satisfeito naquele momento. Mas depois de alguns dias, com a continuidade de sua aflição pessoal, as mesmas dúvidas voltariam a assaltar sua mente: “Será que Jesus mentiu para mim? Por que continuo na prisão? O que está acontecendo? Precisamos esperar por alguém ainda maior que Jesus?”
Dúvidas, perguntas, questionamentos e mais dúvidas, assim como as encontramos com freqüência em muitas pessoas em aflição. E, muitas vezes, o resultado dessas dúvidas e questionamentos é a revolta contra Jesus! Não foi por acaso que Ele acrescentou à Sua resposta: “E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço”. Jesus respondeu de maneira bem diferente do que nós responderíamos e do que esperaríamos dEle. Sua resposta consistiu menos de palavras do que de obras. Ele mandou os discípulos olhar e ver o que estava acontecendo. Jesus também relacionou o que disse às declarações do profeta Isaías. Este havia profetizado que o Servo do Senhor, o Messias, iria pregar boas-novas e curar os quebrantados, sarar os cegos e os surdos e proclamar libertação aos cativos (Is 42.6-7,18; Is 61.1-2). Os dois discípulos de João viram todas essas coisas acontecendo diante de seus olhos. Mencionando tudo isso, Jesus deixou claro para João que Ele representava tudo o que havia sido profetizado acerca do Messias. E Jesus Cristo é o mesmo.
Hb 13.8 -”Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre. “
A resposta de Jesus vem ao encontro de nossa falta de esperança. A resposta de Jesus é maravilhosa e miraculosa

3)A resposta de Jesus traz Certeza e confiança .
A resposta de Jesus não foi uma declaração apenas de lábios, não foi um simples sim ou não. Sua resposta estava embasada em fatos incontestáveis, fatos que permitiam a verificação de Sua reivindicação de ser o Messias. Essa resposta representava mais do que milhares de respostas afirmativas:“Sim! Eu sou o Messias!” Agora João tinha certeza absoluta de que esse Jesus era realmente o Filho do Deus vivo e que ele não precisava esperar por mais ninguém! Antes de ser preso, ele tinha clareza sobre o fato de Jesus ser o Cordeiro de Deus que levaria o pecado do mundo. Mas quando viu que Jesus não libertava os judeus do jugo romano, e quando ele mesmo foi lançado no cárcere e esperava por sua execução, começou a duvidar da identidade de Jesus. Através da resposta dEle, trazida por seus discípulos, foi reconduzido à sua certeza inicial de que Jesus, e nenhum outro, era o Messias. Mesmo que suas expectativas não tivessem se concretizado, mesmo que sua situação pessoal não tivesse mudado e até piorado, João não se irou contra Deus nem se revoltou contra o Senhor.
· Ele estava na prisão e não sabia o que lhe traria o dia de amanhã.
· Sua incerteza em relação ao futuro continuava a mesma, mas apesar disso ele tinha condições de continuar calmo e tranqüilo.
· Como isso foi possível? Mesmo que a aflição fosse a mesma, a legítima Palavra de Deus vinda da boca de Jesus lhe concedeu força e consolo, esperança e certeza!
· Agora ele podia viver na convicção de que Jesus era o Messias e que a Palavra de Deus se cumpre – sempre!
· Diante dessa convicção nascida na fé, todos os outros assuntos perderam sua importância, e João conseguiu colocar todas as questões pessoais em segundo plano. Prisão ou palácio, riqueza ou pobreza, agora apenas uma coisa contava: somente Jesus!
· Quais são as nossas expectativas? Qual a nossa esperança?
· O que nós aguardamos?
· Talvez você esteja decepcionado porque o Arrebatamento ainda não aconteceu.
· Você fica irado com Jesus porque continua desempregado?
· O que pesa em seu coração?
· Quais os seus questionamentos?
· Quais as suas dúvidas?
· O que deixa você insatisfeito? Jesus diz que “bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço”. Certamente nós também temos muitas razões para estarmos satisfeitos, tranqüilos e consolados, para sermos gratos. Paulo escreveu palavras cheias de consolo aos cristãos em Filipos enquanto estava na prisão:
“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp 4.4-7).
Conclusão
Nós gostaríamos de ter todas as respostas. Porém, para que tenhamos respostas, devemos ousar perguntar.
No texto que lemos encontramos o profeta João Batista, com questões e duvidas dentro do seu coração. Estava em uma crise de fé. Porém, quando foi preso no cárcere, por atacar os pecados de Herodias, amante de Herodes, começou a questionar sua fé. Nessa aflição, enviou dois de seus discípulos a Jesus com a pergunta: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?”
Jesus lhe deu uma resposta
E Jesus tem a resposta para nossas vidas, e para nossas perguntas em relação ao nosso viver, e ao nosso sofrer.

1)A resposta de Jesus vem ao encontro de nossa falta de esperança.
2)A resposta de Jesus é maravilhosa e miraculosa.
3)A resposta de Jesus traz Certeza e confiança
Então “a paz de Deus, que excede todo o entendimento” guardará nossos corações e nossas mentes “!

DEUS TE ABENÇOE EM TUDO!




segunda-feira, 19 de abril de 2010

Naamã
Naamã, comandante do exército do rei da Síria, era grande homem diante do seu senhor e de muito conceito, porque por ele o SENHOR dera vitória à Síria; era ele herói da guerra, porém leproso. Saíram tropas da Síria, e da terra de Israel levaram cativa uma menina, que ficou ao serviço da mulher de Naamã. Disse ela à sua senhora: Tomara o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra. Então, foi Naamã e disse ao seu senhor: Assim e assim falou a jovem que é da terra de Israel.
Respondeu o rei da Síria: Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel. Ele partiu e levou consigo dez talentos de prata, seis mil siclos de ouro e dez vestes festivais. Levou também ao rei de Israel a carta, que dizia: Logo, em chegando a ti esta carta, saberás que eu te enviei Naamã, meu servo, para que o cures da sua lepra.
Tendo lido o rei de Israel a carta, rasgou as suas vestes e disse: Acaso, sou Deus com poder de tirar a vida ou dá-la, para que este envie a mim um homem para eu curá-lo de sua lepra? Notai, pois, e vede que procura um pretexto para romper comigo. Ouvindo, porém, Eliseu, homem de Deus, que o rei de Israel rasgara as suas vestes, mandou dizer ao rei: Por que rasgaste as tuas vestes? Deixa-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel. Veio, pois, Naamã com os seus cavalos e os seus carros e parou à porta da casa de Eliseu. Então, Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo: Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será restaurada, e ficarás limpo. Naamã, porém, muito se indignou e se foi, dizendo: Pensava eu que ele sairia a ter comigo, pôr-se-ia de pé, invocaria o nome do SENHOR, seu Deus, moveria a mão sobre o lugar da lepra e restauraria o leproso. Não são, porventura, Abana e Farfar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não poderia eu lavar-me neles e ficar limpo? E voltou-se e se foi com indignação. Então, se chegaram a ele os seus oficiais e lhe disseram: Meu pai, se te houvesse dito o profeta alguma coisa difícil, acaso, não a farias? Quanto mais, já que apenas te disse: Lava-te e ficarás limpo.
Então, desceu e mergulhou no Jordão sete vezes, consoante a palavra do homem de Deus; e a sua carne se tornou como a carne de uma criança, e ficou limpo.


Naamã, foi um homem de guerra que escondia atrás de sua armadura uma doença terrível, lepra. E para ser curado, ele teria que descer ao rio Jordão, segundo a palavra do Senhor e banhar-se sete vezes. Mas seu orgulho era-lhe uma barreira para isso. Ele não queria tirar sua armadura e mostrar a podridão de seu corpo, não queria descer a o rio, mas resolveu se humilhar, aceitar a palavra do Senhor e descer sete vezes ás águas.
Quantas vezes somos orgulhosos, e não submissos?
O orgulho barra a bênção de Deus, porém quando ele for quebrado, e nos humilharmos descendo, nos rebaixando, reconhecendo que necessitamos de Deus a bênção de Deus estará sobre a nossa vida.
Tiago 4.6:”
Antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. “
1 Pedro 5.6
: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte“ .

Assista o vídeo abaixo, e ore, conforme a musica!

Ouvindo a Bíblia


Mais fé

De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo( Romanos 10.17)

O texto acima revela a maneira clara e simples pela qual a fé nasce em nosso coração: pela Palavra de Deus. A Bíblia é a palavra escrita de Deus e também a palavra viva do Senhor Jesus Cristo. Temos a fé divina quando a palavra habita em nós. A Bíblia não é um livro humano, mas espiritual, pois na sua leitura a fé é implantada no coração humano. Em II Pedro 1:21 está escrito: “ Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” Quem falou, através de homens santos, foi o Espírito Santo de Deus, a inspiração veio de Deus, a letra é humana, mas a palavra é divina. “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para repreeder, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.”(2Timóteo 3.16 e17). Crendo assim, sabemos que a Bíblia não é algo que as pessoas escreveram a respeito de Deus, mas representa o próprio Deus.
No Novo Testamento há dois vocábulos gregos traduzidos por “palavra”: “logos” e “rhema”. Embora tenhamos a mesma tradução em nossa bíblia, no original “lógos”significa aquilo que está além da palavra escrita e falada, denota aquilo que vem não apenas dos lábios, mas da mente.”Rhema”,significa falar, ou proferir uma mensagem que terá o seu cumprimento.
Sabemos que para vencer as lutas que estão diante de nós precisamos de fé. Mas, nem sempre temos fé para vencer. Porém a palavra de Deus é Rhema, ela é definitiva, ela traz fé para cumprir, fé para vencer, fé para ser salvo. Quando ouvimos a palavra de Deus recebemos essa fé.
Então, muitas vezes estamos fracos diante dos problemas, diante das adversidades chegamos a murmurar contra Deus, dizendo que Deus é o culpado por não termos fé o suficiente para vencer os problemas, que determinadas pessoas sim, são de fé, são abençoadas mais do que a nós. Meu amigo, Deus não faz acepção de pessoas. Será que Ele é o culpado de determinada pessoa ser mais abençoada do que você? Será que ele resolveu abençoar mais o João do que o Pedro, ou será que há diferença na fé de ambos? Vamos entender que nossa fé, é que faz a diferença. Deus nos abençoa conforme cremos. Assim, se desejamos maiores bênçãos ,elas virão se tivermos mais fé. Porém, como teremos mais fé e mais bênçãos? A resposta é clara no versículo lido acima: De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo. ( Romanos 10.17)
Quanto mais ouvirmos e lermos a Palavra de Deus, teremos e seremos mais abençoados.
Quer bênção? Comece hoje mesmo ler, ouvir e praticar a Palavra de Deus!

Deus te abençoará, mas vai depender de você colocar em prática essa mensagem!
Um grande abraço, no amor do Senhor.

Pastor Welinton Mehret


Deus proverá

Mt 6.25-34
25 Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? 26 Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves? 27 Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? 28 E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. 29 Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. 30 Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?31 Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? 32 Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; 33 buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. 34 Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.
· Em cada deserto de tribulações Deus tem um oásis de conforto.
Certo dia em que estava preocupado com alguns problemas, um pastor olhou para mim, e me fez lembrar o texto de Fl 4.6 “não andeis ansiosos de coisa alguma”, e aquelas simples palavras trouxeram grande paz ao meu coração.
E irmãos, é dessa paz do Senhor que nós tanto precisamos, paz que encontramos na leitura da palavra, paz que encontramos no ouvir a palavra de Deus.
E nesse texto vemos um grupo ouvindo as palavras de Jesus. Jesus vê ao seu redor, em uma colina, uma multidão, precisando de um milagre, de cura, de ajuda, de dinheiro; uma multidão ansiosa. Como você talvez esteja hoje. Então o Senhor Jesus nota claramente que o que eles realmente precisavam, não era tanto dos problemas resolvidos, senão ele poderia resolver seus problemas naquele momento; mas Jesus entende que a maior necessidade que eles teriam que suprir era a necessidade da fé. A necessidade de acreditar no poder e providência de Deus, de saber em seu coração, com certeza, que Deus é poderoso para suprir qualquer necessidade. E Jesus vendo isso, começa falar do grande mal que rondava seus corações- Ansiedade. E a ilustração de Jesus é maravilhosa, ele mostra as aves do céu, os lírios do campo, a erva do campo, que estão debaixo de um cuidado providencial do criador, e nada lhes falta e faz a seguinte pergunta no vr 26:” porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?”
O que nós precisamos é aprender que Deus tem cuidado das nossas vidas, e que temos que ter ele como nosso pastor. Pois ele é o Deus da providência.Por isso:
1-Não vos inquieteis ( Mt 6.31)
31 Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos?
Se o Senhor Jesus diz que eu não preciso me preocupar com o que comer, beber ou com o que vestir. Realmente eu tenho que deixar essas inquietações de lado. Pois se ele está falando que eu não preciso me inquietar com isso, é porque ele me garante isso.
Veja que o Senhor não diz,” deixe de trabalhar”, mas disse deixe de se inquietar.
Inquietação é não sossegar, não descansar, não se contentar.
É Quando surge alguma dificuldade, a pessoa começa agitar-se, tentar resolver, buscar uma saída. Mas, muitas vezes a própria inquietação não deixa a pessoa pensar e encontrar uma resposta. A pessoa caí no alvoroço e se perde em tudo isso.
Ex.14.10-16
10 E, chegando Faraó, os filhos de Israel levantaram os olhos, e eis que os egípcios vinham atrás deles, e temeram muito; então, os filhos de Israel clamaram ao SENHOR. - 11 Disseram a Moisés: Será, por não haver sepulcros no Egito, que nos tiraste de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos trataste assim, fazendo-nos sair do Egito? 12 Não é isso o que te dissemos no Egito: deixa-nos, para que sirvamos os egípcios? Pois melhor nos fora servir aos egípcios do que morrermos no deserto. 13 Moisés, porém, respondeu ao povo: Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do SENHOR que, hoje, vos fará; porque os egípcios, que hoje vedes, nunca mais os tornareis a ver. 14 O SENHOR pelejará por vós, e vós vos calareis. 15 Disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem. 16 E tu, levanta o teu bordão, estende a mão sobre o mar e divide-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco.
· Situação de dificuldade – v 10
· Inquietação – v.11 e 12
· Palavra profética – v. 13 e 14
· “Aquietai-vos e vede o livramento” – para ver o livramento de Deus o que era preciso? Aquietar-se.
· Livramento – v. 15-16
Deus quer realizar um milagre, mas muita vezes nossa inquietação não está permitindo.
Sl46.10-11
Deus proverá , por isso não vos inquieteis
Deus proverá, por isso

2)Não temais (Mc 5.35-43),(Mc 5.36)
35 Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre? 36 Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente. 37 Contudo, não permitiu que alguém o acompanhasse, senão Pedro e os irmãos Tiago e João. 38 Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus o alvoroço, os que choravam e os que pranteavam muito. 39 Ao entrar, lhes disse: Por que estais em alvoroço e chorais? A criança não está morta, mas dorme. 40 E riam-se dele. Tendo ele, porém, mandado sair a todos, tomou o pai e a mãe da criança e os que vieram com ele e entrou onde ela estava. 41 Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te! 42 Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados. 43 Mas Jesus ordenou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e mandou que dessem de comer à menina.
Jairo, um dos principais da sinagoga, um líder religioso e social da época de Jesus, veio até ele e lhe pediu que atendesse sua filha que estava a beira da morte, no meio do caminho, quando a multidão apertava Jesus, uma mulher o toca nas vestes e é curada, logo a seguir chegou uma noticia temerosa a Jairo:”Tua filha já morreu”.
Mas o que o Senhor Jesus diz a ele no momento mais difícil da sua vida?(vr36) “não temas, crê somente”. O Senhor foi a casa dele e ressuscitou a menina.
Não temas, crê somente” - o homem tem medo ; a) de enfrentar o futuro;b) de perder os seus bens; c)de perder a saúde; d)de perder alguém da família, e) de chegar a velhice; f) e até mesmo de perder a fé.
Vivemos num mundo atemorizado pelas guerras,pelas gripes , pela dengue, pela economia , pela política. Um mundo que tem medo de mudanças, um mundo que tem medo até da morte.
Mas, apesar desse mundo temos motivos para não temermos:
Sl46.1 Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.
Deus é para nós:
· Refúgio
· Fortaleza
· Socorro
Pv.18.10; “ Torre forte é o nome do SENHOR, à qual o justo se acolhe e está seguro.”
Deus é para nós uma torre forte
Sl 91.1e2 - 1 O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente 2 diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio.
Zc2.5- “ pois eu lhe serei, diz o SENHOR, um muro de fogo em redor e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória.”
Sl 27.1- 1 O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O SENHOR é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?
Dentro desse assunto não podemos deixar uma das mais belas promessas de Deus para nossas vidas.
Is 41.10-13
10 não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel. 11 Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que estão indignados contra ti; serão reduzidos a nada, e os que contendem contigo perecerão. 12 Aos que pelejam contra ti, buscá-los-ás, porém não os acharás; serão reduzidos a nada e a coisa de nenhum valor os que fazem guerra contra ti. 13 Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo.
Deus proverá
Por isso:
Não vos inquieteis,não temais.
amém





terça-feira, 6 de abril de 2010

Pascoa

A páscoa israelita e Jesus
Ex12. 1-30
A nação de Israel, estava sendo escravizada no Egito, o povo de Israel era mui numeroso, e os egípcios estavam amargando suas vidas com a escravidão os levando a construir cidades celeiros: Pistom e Ramsés. Mas, Deus resolveu libertar seu povo, enviou Moisés como instrumento para essa libertação. Porém, diante do pedido de Moisés para que o Faraó libertasse o povo escravo, o coração do faraó foi endurecido. E , assim Deus enviou terríveis pragas para castigar o Egito .Estas terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó (Faraó, era o título dado ao monarca do Egito) a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Ex 9.16; 1Sm 4.8) cujos habitantes deveriam ser julgados pela sua crueldade idolatria. 1- Águas em Sangue: Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror. (Ex 7.14...)2- A praga das rãs: Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol. O repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Ex 8.1...)3- Piolhos: A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasita pudesse achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. (Ex 8.19).4- Moscas . 5-Peste no gado: A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Ex 9.1). Outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. O gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso.6- Úlceras e tumores: (Ex 9.8) A sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra o faraó, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas;- tendo ele arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recordar aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença.7- Chuva de pedras (Ex 9.22) Houve, com certeza. algum intervalo entre esta e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Ex 9.20).8- Os gafanhotos: Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. (Ex 10.7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o Faraó que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra.9- Três dias de escuridão: A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Ex 10.21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo contudo, ficar o gado. Moisés, porém rejeitou tal solução. Sendo dessa forma a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Ex 10.24-11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Ex 11.9,10).10- A morte dos primogênitos: Foi esta a última e decisiva praga (Ex 11.1). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.

Deus mandou as dez pragas do Egito, mas antes que a décima praga viesse, instituiu que o seu povo deveria sacrificar um cordeiro, sem defeito, macho de um ano, ou um cabrito e matá-lo á tarde, passarem o sangue na porta e comerem de sua carne, pois a décima praga viria: a morte dos primogênitos do Egito. Deus passaria por cima do povo e viria que a casa marcada pelo sangue do Cordeiro era de seu povo, Deus queria do seu povo que eles assumissem uma posição de povo exclusivo de Deus. Deus sabia quem era israelita e quem não era, porém o povo deveria ter uma marca assumida, mostrando que pertenciam a Deus – o sangue do cordeiro. Com o sangue nas portas, eles não seriam feridos.
Então enquanto o SENHOR feriria o povo Egípcio, seu povo Israel estaria comendo o cordeiro sacrificado, com pães sem fermento e ervas amarga em suas casas.
13 "O sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; quando eu vir o sangue, passarei por vós, e não haverá entre vós praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito. "
Este cordeiro é um anuncio do cordeiro de Deus que seria sacrificado para salvar aqueles que marcarem suas vidas e casas com seu precioso sangue derramado no sacrifício da Cruz.
Assim é instituída a páscoa do Senhor
Qual é a relação da páscoa Israelita e Jesus?
1)O sangue de Jesus, marca a vida da família,
21 Chamou, pois, Moisés todos os anciãos de Israel e lhes disse: Escolhei, e tomai cordeiros segundo as vossas famílias, e imolai a Páscoa. 22 Tomai um molho de hissopo, molhai-o no sangue que estiver na bacia e marcai a verga da porta e suas ombreiras com o sangue que estiver na bacia; nenhum de vós saia da porta da sua casa até pela manhã.

É nas portas de nossas casas (famílias), e quando nossas famílias estão marcadas pelo sangue de Jesus, não sofreram a morte Eterna, mas passarão da morte para a vida.
Deveria haver uma decisão no coração do pai Israelita. Quando ele marcasse sua casa com o sangue do cordeiro derramado, estaria declarando a Deus, que não apenas ele, mas também sua família serviriam ao Senhor.
Como declarou Josué, mais tarde: Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.
(Js 22.15)

2) Pascoa é a passar da morte para a vida
23 Porque o SENHOR passará para ferir os egípcios; quando vir, porém, o sangue na verga da porta e em ambas as ombreiras, passará o SENHOR aquela porta e não permitirá ao Destruidor que entre em vossas casas, para vos ferir.

A Palavra páscoa é hebraica e significa passagem.
A páscoa era uma das três grandes festas, em comemoração do êxodo, ou seja, da libertação dos israelitas do Egito.(24-27)
24 Guardai, pois, isto por estatuto para vós outros e para vossos filhos, para sempre. 25 E, uma vez dentro na terra que o SENHOR vos dará, como tem dito, observai este rito.
26 Quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? 27 Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao SENHOR, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas. Então, o povo se inclinou e adorou
.
Essa palavra passagem (pesha) , significava tanto o livramento dos primogênitos dos Israelitas, quando o Senhor passa pelos Israelitas e não fere suas casas, qunto a passagem da vida de escarvidão, no Egito, para a liberdade no desero e posteriormente em Canaã.

O povo de Deus reunia-se anualmente, em Jerusalém para esta festa que começava no mês primeiro, aos 14 do mês, no crepúsculo da tarde. Iniciava com uma refeição sacrificial, que consistia de um cordeiro assado, ou um cabrito, pães asmos e ervas amarga. O cordeiro servia para recordação do sacrifício; o pão sem fermento da pureza; e as ervas amargas da servidão amarga do Egito.
Agora no Novo Testamento, comemoramos também a nossa passagem. A saída da escravidão do pecado para a vida com Deus e vida Eterna. Esta passagem foi feita na Cruz de Cristo e sua ressurreição. Pois na sua cruz ele nos lavou de nossos pecados e na ressurreição ele venceu a morte demonstrando o grande amor que tem por nós. A sua ressurreição aconteceu no dia da páscoa judaica, lembrando-nos que seu sacrifício e ressurreição são a passagem da escravidão e morte do pecado para a liberdade e vida com Deus. Assim como o povo de Israel foi liberto da escravidão e morte do Egito, assim também em Cristo podemos viver livres da escravidão do pecado e cativos ao amor de DEUS. Páscoa é vida com Deus. Aleluia!

Conclusão

Jesus ressuscitou na manhã da páscoa, e nós nessa manhã podemos passar da morte (inferno) para a vida( ressurreição) graças ao que Jesus Fez por nós.
Somos livres, graças a Jesus!