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quinta-feira, 23 de abril de 2009

O 1ª Corintios 13 da oração
Se eu pregar sermões sobre oração e der aulas sobre oração, mas não interceder, serei como bronze que soa ou como o címbalo que retine. Se eu cantar hinos sobre oração, e corinhos sobre oração; se eu organizar multidões de reuniões de oração e pedir que as pessoas orem; se eu mesmo ler livros sobre oração e assistir seminários sobre oração, e não lutar, pessoalmente em oração, nada serei e nada conseguirei. Se eu me regozijar no poder da oração e almejar uma vida de oração mais profunda, mas não interceder, nada ganharei. A intercessão liberta o poder de Deus. Não se glorifica; não é egocêntrica; não atrai para si mesmo. Sempre é apropriada, sempre recebida no céu, e sempre urgentemente necessária. A intercessão pode alcançar qualquer lugar, ela pode tocar qualquer pessoa. A intercessão pode alcançar o trono de Deus. Ela sempre deseja, sempre espera, sempre ama. A intercessão nunca é em vão. Mas havendo cultos, acabarão; havendo ministérios, serão esquecidos; havendo sermões, também eles não serão lembrados. Pois os cultos logo terminam; ministérios chegam acabar; mas a oração vive para sempre. Quando o irmão prega, fala como pregador, pensa como pregador, age como pregador. Mas quando intercede, o irmão se torna semelhante a Cristo. Quando você prega, toca os corações dos homens; mas quando intercede, toca o coração de Deus. Quando ministra, tem comunhão com os irmãos; mas quando intercede está participando no verdadeiro trono de Deus com Cristo mesmo. E agora permanecem estas três: adoração, louvor e intercessão. Porém, a maior e mais semelhante a Cristo é a intercessão.
Wesley Duewel (extraído)

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